Segunda-feira, 12 de Novembro de 2018

Buscar  
Quem Somos

Salgueiro (Pernambuco)


Salgueiro é um município brasileiro do interior do estado de PernambucoRegião Nordeste do país. Pertence à Mesorregião do Sertão Pernambucano e à Microrregião de Salgueiro, localizando-se a oeste da capital estadual, estando distante dela 513 km. Possui uma extensão territorial de 1 733,7 km², sendo 6,75 km² em perímetro urbano,[6] tendo sua população estimada em 2014 em 59 409 habitantes.[7]

A sede municipal tem uma temperatura média de 26,0 °C,[8] tendo a Caatinga como sua vegetação original e predominante.[9]Com aproximadamente 80,7 % da população vivendo na área urbana,[10] Salgueiro dispunha, no ano de 2009, de 52 estabelecimentos de saúde.[11] O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) é de 0,669, considerado médio em relação ao valor estadual.[4] A prestação de serviços e a indústria destacam-se como os principais geradores de renda para o município.[10]

A região onde o município se localiza foi habitada originalmente pelos índios Cariris, sendo, posteriormente, ocupada por habitantes oriundos da região sul do estado do Ceará, atraídos pela abundância e pela fertilidade dos solos. Em 1835, Manuel de Sá Araújo cumpre a promessa a Santo Antonio dedicando-lhe uma capela. A construção da capela foi feito no ano seguinte ao reaparecimento do filho sumido do fazendeiro, o qual havia desaparecido das terras do seu pai, passando três dias perdido na caatinga, sendo encontrado em baixo de um Salgueiro brincando. Os trabalhadores que ergueram a capela estabeleceram algumas residências próximas, dando origem ao primeiro povoado do município.[10]

Conhecida como a "Encruzilhada do Nordeste" por se situar na parte mais central da Região Nordeste - pode ser considerada equidistante de praticamente todas as capitais nordestinas - Salgueiro é a principal cidade da região do sertão central pernambucano, detendo, a nível regional, um comércio diversificado. No município se localiza o ponto central das operações da Transnordestina, ferrovia que conecta o Porto de Suape, no litoral sul pernambucano, ao cerrado do Piauí e ao Porto do Pecém, no Ceará.[12] Salgueiro ainda é cortado pelos canais da Transposição do rio São Francisco, obras que prometem levar a água do rio São Francisco ao Ceará, ao sertão paraibano e ao potiguar.

História[editar | editar código-fonte]

As terras do município de Salgueiro tem sido ocupadas por grupos humanos há milhares de anos, como provam as figuras rupestres no Sitio Letras e em Conceição das Crioulas. Na época em que chegaram os primeiros colonizadores, eram habitadas por índios Cariris, tribo de valentes guerreiros que reunia diversos grupos e promoveram uma guerra para resistir ao avanço do colonialismo português. A poderosa Casa da Torre de Garcia D'Ávila[14] recebeu da coroa portuguesa boa parte das terras nordestinas, que chegavam ao cariri cearense passando pelo sertão central de pernambuco e organizou a ocupação da região dividindo-a em sesmarias. A conquista do Sertão se deu no contexto da expansão da pecuária extensiva quando fazendeiros portugueses, cristãos novos e filhos empobrecidos ou mestiços das grandes famílias do litoral pediam aos grandes donatários a doação de sesmarias, onde formavam currais e casarões fortificados para se defender do ataque dos nativos, guardadas por homens armados com bacamartes e espadas, ao redor se formavam pequenas povoações de vaqueiros mestiços que cuidavam de rebanhos com centenas de animais. O cariri atraiu senhores de engenho que plantavam cana e produziam rapadura, nas margens do São Francisco se espalharam currais cujas carnes e peles eram levadas ao litoral sendo tangidas por boiadeiros ou embarcadas pelo rio. O povoamento do local foi iniciado em meados do século XVII por habitantes da região sul do Ceará, os quais, atraídos pela fertilidade dos solos de aluvião, edificaram grandes fazendas de criação de gado. Entre os primeiros povoadores da região destaca-se Antônio da Cruz Neves, natural da atual Jardim, no Ceará, fundador e proprietário da Fazenda Quixaba, a primeira a se estabelecer. Posteriormente surgiram Umãs, Negreiros, Logradouro e Ouro Preto, todas utilizando o trabalho escravo.[15] Com o tempo levas de fazendeiros da região do Vale do São Francisco vieram a se estabelecer na parte sul das terras do município. Alguns remanescentes de Quilombos como Conceição da Crioulas, fundado por escravas de origem banta fugidas da opressão do litoral se estabeleceram na região, e outros grupos negros vindos como escravos ou acoitados pelos senhores locais formaram povoamentos nas suas terras. Muitos negros e mulatos, especialmente os de origem Iorubá (nagôs), orgulhosa nação negra da região da Nigéria muito comuns entre os escravos na Bahia, se tornaram vaqueiros e introduziram diversas técnicas de construção de casas de barro, cercas de pau-em-pé, desconhecidas pelos portugueses. Os remanescentes de Cariris associados à foragidos negros e criminosos brancos que se infiltravam nesses grupos para evitar a punição do estado, resistiram durante anos à ocupação de suas terras mas foram sendo eliminados em lutas como o "Massacre de Ouro Preto"[16] e definiram nomes de fazendas como "Trincheira" e "Contendas". Mulheres e crianças dessas tribos foram sendo integrados às populações locais e acabaram se tornando concubinas dos fazendeiros e de seus aliados, sendo comum fazendeiros poderosos terem varias amantes pobres que dividiam sua atenção com uma esposa (a "sinhazinha" de família tradicional) cujos rebentos herdariam a posição social do pai, e dividirem partes de suas propriedades entre suas dezenas de filhos e netos mestiços que asseguravam seu poder paramilitar e político através de lutas e casamentos com outras famílias influentes. Segundo alguns pesquisadores, muitos aventureiros europeus se mesclaram com as famílias locais casando com filhas desses proprietários rurais.

No dia 23 de dezembro de 1835 foi iniciada a construção de uma capela sob a invocação de Santo Antônio. A capela foi financiada por Manuel de Sá Araújo, (de uma família da margem do São Francisco e genro de Antônio da Cruz Neves), proprietário da Fazenda Boa Vista (atual Salgueiro), em cumprimento a uma promessa que fizera nesse mesmo ano ao santo de sua devoção, para que fosse encontrado seu filho Raimundo que se perdera na mata. Como a criança foi encontrada três dias depois, brincando à sombra de um salgueiro, a capela foi construída no mesmo local e ficou conhecida como Santo Antônio do Salgueiro. Os trabalhadores envolvidos na construção aí se instalaram com suas famílias e constituíram o primeiro núcleo de povoação.[17] Com o tempo, a fama do milagre e o desenvolvimento da economia agropastoril foram atraindo novos moradores para se instalar no local.

Com o desenvolvimento do povoado a Lei Provincial nº 114, de 8 de maio de 1843, criou a freguesia de Santo Antônio do Salgueiro e elevou a capela à categoria de paróquia, a qual foi canonicamente provida em 1846. Antes dessa data a capela pertencia à freguesia de Exu, no termo da comarca da Boa Vista. O distrito de Santo Antônio do Salgueiro, subordinado ao município de Cabrobó , foi criado pela Lei Provincial nº 309, de 12 de maio de 1853. A freguesia de Salgueiro foi desmembrada do termo de Ouricuri e anexada ao termo de Cabrobó pela Lei Provincial nº 398, de 4 de abril de 1857.[18]

A Lei Provincial nº 580, de 30 de abril de 1864, elevou o distrito à categoria de vila, com a denominação de Salgueiro, desmembrado de Cabrobó, e com sede na antiga vila de Santo Antônio.O primeiro intendente (equivalente a prefeito nos tempos do Império) foi o major Raimundo de Sá (o menino do "milagre"), cujo irmão, Joaquim de Sá Araújo (coronel "Quincas de Sá"), liderou voluntários na Guerra do Paraguai sendo condecorado tenente e foi deputado durante anos. A mesma lei determinou a subsistência da vila e termo de Cabrobó, o qual foi reunido ao de Salgueiro, que se tornou sede de ambos. A Câmara foi instalada em 10 de janeiro de 1865, segundo consta do relatório apresentado ao Governo da Província pelo presidente da Câmara de Salgueiro, com data de 5 de fevereiro de 1865 (segundo o documento do IBGE, a instalação foi no dia 27 de janeiro desse ano). A comarca de Salgueiro foi criada pela Lei Provincial nº 1.464, de 16 de junho de 1879, tendo sido instalada no dia 1 de outubro de 1881 pelo juiz Miguel Gonçalves Lima. Ainda no mesmo ano de 1881 o juiz José Antônio da Câmara Lima Filho passou a atuar na comarca de Salgueiro, a qual tinha sob sua jurisdição as freguesias e termos de Salgueiro e Leopoldina (atual município de Parnamirim). É classificada como comarca de 2ª entrância.[18]

O município foi constituído no dia 29 de dezembro de 1892, ganhando autonomia legislativa, com base na Constituição Estadual e no art. 2º das disposições gerais da Lei Estadual nº 52 (Lei Orgânica dos Municípios), de 3 de agosto de 1892, promulgada durante o governo de Alexandre José Barbosa Lima. Essa informação aparece no ofício enviado pelo prefeito de Salgueiro ao governador, com essa data. O distrito de Salgueiro foi confirmado pela Lei Municipal nº 1, de 29 de novembro de 1892, que também criou o distrito de Lagoa dos Milagres. O primeiro prefeito eleito foi Romão Pereira Filgueira Sampaio, natural de Barbalha-CE, (sobrinho-neto do capitão-mor José Pereira Filgueiras,[1] que combateu o veterano general português João José da Cunha Fidié, durante da Guerra de Independência do Brasil no Maranhão e participou junto com Tristão Alencar Araripe, da "Confederação do Equador")[19], grande proprietário de terras da atual Serrita e coronel de Jardim-CE e que já tinha ocupado a função de intendente. Em 11 de dezembro de 1894 foi inaugurada em Salgueiro uma estação do Telégrafo Nacional. A sede municipal recebeu foros de cidade através da Lei Estadual nº 275, de 26 de abril de 1898. A Lei Municipal nº 38, de 28 de outubro de 1898, criou o distrito de Serrinha, anexado ao município de Salgueiro, que já contava com o distrito sede e o de Lagoa dos Milagres.[20] A Lei Municipal nº 80, de 6 de dezembro de 1919, mudou o topônimo de Lagoa dos Milagre, que recebeu a denominação de Bezerros. A Lei Estadual nº 1.931, de 11 de setembro de 1928, desmembrou de Salgueiro o distrito de Serrinha (atual Serrita) e o elevou à categoria de município, o qual foi extinto pelo Decreto Estadual nº 55, de 23 de janeiro de 1931, voltando à condição de distrito de Salgueiro. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933 o município aparece com os seguintes distritos: Salgueiro (sede), Lagoas, Bezerros (ex-Lagoa dos Milagres), Serrinha e Conceição das Crioulas (este, possivelmente criado antes de 1922).[21]

O Decreto Estadual nº 314, de 27 de junho de 1934, em seu Art. 2º, restaurou o município de Serrinha (atual Serrita), desmembrado de Salgueiro. Nos quadros de divisão territorial datados de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937 o município aparece com quatro distritos: Salgueiro , Conceição das Crioulas, Bezerros e Lagoas. Nesses quadros o município de Salgueiro era termo componente da comarca de Salgueiro, que tinha também sob sua jurisdição os termos de Cabrobó e Serrinha. Pelo Decreto-lei Estadual nº 92, de 31 de março de 1938, o distrito de Bezerros teve sua denominação alterada para Riacho Verde. O Decreto-lei Estadual nº 235, de 9 de dezembro de 1938, criou o distrito de Vasques, subordinado a Salgueiro, e extinguiu o distrito de Lagoas cujo território foi anexado aos distritos de Riacho Verde (ex-Bezerros) e Vasques. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, constam os seguintes distritos: Salgueiro, Conceição das Crioulas, Riacho Verde e Vasques. O Decreto-lei Estadual nº 952, de 31 de dezembro de 1943, no seu Anexo nº 1, mudou a denominação de Riacho Verde, que passou a se chamar Verdejante. De acordo com esse mesmo decreto, a comarca de Salgueiro perdeu os termos de Cabrobó e Serrita (ex-Serrinha), desmembrados para constituírem as respectivas comarcas. Assim , o termo de Salgueiro passou a ser o único componente da comarca de mesmo nome. Pelo Ato Municipal nº 18, de 13 de janeiro de 1948, foi criado o distrito de Umãs, com território desmembrado dos distritos de Salgueiro e Conceição das Crioulas.[20][21] Entre as décadas de 1920 e 1970, o Coronel Veremundo Soares se tornou um dos mais famosos empreendedores do sertão pernambucano promovendo um ciclo de desenvolvimento da economia local com novas técnicas de cultivo do solo e a implantação de um curtume para beneficiar o couro produzido na região que antes era tratado fora, um cinema, uma grande loja (atual "Casa da Cultura"), e uma fábrica de bolachas, de seu parente Antônio Filgueira Soares. Trouxe o primeiro médico, (seu genro, Dr Orlando Parahym) e diversas outras inovações, beneficiado por politicas do governo federal que financiavam os empreendimentos organizados por seus aliados.[22].

Em divisão territorial datada de 1 de julho de 1950, o município aparece com cinco distritos: Salgueiro, Conceição das Crioulas, Umãs, Vasques e Verdejante (ex-Riacho Verde). A Lei Estadual nº 3.336, de 31 de dezembro de 1958, desmembrou de Salgueiro o distrito de Verdejante, o qual foi elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960, o município é constituído pelos distritos de Salgueiro, Conceição das Crioulas, Umãs e Vasques, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005. A Lei Municipal nº 1.732, de 30 de setembro de 2009, criou o distrito de Pau Ferro, passando Salgueiro a contar com cinco distritos.[20]A igreja Católica teve importante papel no período, com destaque a atuação de padres como Sizenando de Sá Barreto, um latifundiário influente, e Domingos França Dourado, baiano que entre outras conquistas, realizou o Congresso Eucarístico em 1953, a mudança da data da festa do padroeiro de dezembro (data em que o menino foi achado) para junho (Data do padroeiro) e a fundação do Colégio Dom Malan, sendo o pároco da cidade por décadas.

Com o processo de desindustrialização da cidade que ocorreu durante o período da ditadura, quando os investimentos foram concentrados nas metrópoles da Região Sudestecolocando o Norte e o Nordeste como meros fornecedores de mão de obra barata e de matérias primas para o desenvolvimento do eixo Rio-São Paulo e se estimulou a formação de uma classe média consumidora dos seus produtos encerrou-se o ciclo dos grandes fazendeiros e a liderança política da cidade passou para membros da classe média, tais como médicos, advogados, comerciantes e funcionários públicos, em um período de declínio da econômico que levou muitos jovens a imigrarem para outras regiões do país (principalmente São PauloRio de Janeiro e o Centro Oeste), foram conseguidos alguns avanços sociais e na infraestrutura do município, com os subsídios dos militares aos fazendeiros e comerciantes da região e os projetos de combate às secas.[23] O partido aliado ao regime governou a cidade por duas décadas seguidas (entre 1969-1992) e com o financiamento da SUDENE, e de programas como DENOCS e "Projeto Sertanejo" conseguiu promover uma nova fase de desenvolvimento na cidade. Com a redemocratização e a recessão e inflação econômica dos anos 1980 e 1990 os investimentos estatais na economia da região foram minguando, que ficou dependendo do comércio no entroncamento rodoviário e da renda dos funcionários públicos e aposentados, o que aumentou a desigualdade social e a miséria e provocou o avanço da criminalidade. Nos anos 1990 o assassinato de um dos sacerdotes da cidade, gerou comoção nacional e representou uma reviravolta quando um missionário nascido em um vilarejo pobre do norte da Itália, cujo pai morrera lutando com a resistência aos nazistas na Segunda Guerra Mundial e que conheceu a pobreza e a fome em decorrência da guerra, além do trabalho pastoral decidiu se dedicar aos necessitados. Com ajuda econômica de ONGs europeias e apoio politico de membros do partido socialista ele combateu os problemas sociais e promoveu obras assistenciais como a construção açudes, creches, doação de leite de soja e ações de empoderamento das populações marginalizadas da paróquia que melhoraram em muito as condições de vida do povo mais pobre do município. Suas ações aliviaram os efeitos da crise e contribuíram para o avanço da cidade nas décadas seguintes, mas provocaram críticas porque interferiam na vida política da cidade, o que num estado laico era mal visto por setores conservadores da sociedade e da própria igreja já que contribuíram para a ascensão do Partido Socialista ao governo da cidade. Foram os tempos da "teologia da libertação" movimento das igrejas cristãs da América Latina que mesclava elementos socialistas e cristianismo primitivo tendo em seus quadros no catolicismo nomes como Frei Beto e Dom Helder Câmara.

Depois de um período de equilíbrio de forças políticas, os socialistas conseguiram governar a cidade por quatro mandatos consecutivos (2001-2016) e conquistaram avanços sociais nas áreas de saúdeeducação e segurança. Programas como bolsa família, cargos públicos nomeados por concursos de provas e títulos e o "boom econômico" com as obras do PAC como a transposição das águas do Rio São Francisco e construção de uma Ferrovia, empregaram a mão de obra da cidade e estimularam o setor de serviços. O governo do Distrito Federal beneficiado pelo preço das Commodities no mercado internacional financiava as classes menos favorecidas e promovia uma melhoria nas condições de vida da população, mas a crise de 2008 e o populismo eleitoreiro tornaram o modelo insustentável. Nesse período formou-se uma nova classe média na cidade baseada no setor de serviços que exigia grande capacitação com avanços dos polos médico e educacional, onde os profissionais se dividiam entre o setor público e o privado. A cidade vivenciou simultaneamente um avanço da influência das igrejas evangélicas, e a Igreja Católica decidiu criar uma diocese na cidade em 2010 iniciando o projeto de construção de uma nova Catedral nos anos seguintes. A partir de 2014 a cidade foi atingida por uma das piores secas da historia agravada pela crise econômica, social e política que se seguiu após o segundo mandato da presidente Dilma. Com a interrupção das obras do PAC, o empobrecimento dos fazendeiros e dos comerciantes locais e a insatisfação dos jovens que formados pelas muitas faculdades que surgiram no período não encontravam empregos levou a um descrédito no modelo socialista e a ascensão política de uma coligação mais liberal na eleição de 2016 que incluindo partidos da direita e da esquerda aliava tradição e modernidade.

Prefeitos

1º - Coronel Romão Filgueira Sampaio (Primeiro Prefeito Eleito) (1892 a 1895)

2º - Capitão Cornélio Gomes de Sá (1895 a 1898)

3º - Tenente Coronel Francisco Noberto de Barros (1899 a 1905)

4º - Major Gomes de Sá (1906 a 1910)

5º - Joaquim de Sá Araújo (1911 a 1913)

6º - Antônio Henrique Callou (Faleceu) (1914)

7º - Francisco de Sá Araújo (1914 a 1917)

8º - Capitão Joaquim Alves Gondim (Faleceu) (1918)

9º - Benjamim Oto Soares (1919 a 1922)

10º - Gumercino Filgueira Sampaio (1922 a 1925)

11º - Capitão Veremundo A. J. Soares (1925 a 1928)

12º - Joaquim Pereira Angelim (Renunciou) (1929 a 1930)

13º - Junta Governativa Revolucionária composta por Joaquim Araújo Sá, Álvaro de Lima Soares e Alberto Soares dos Santos (1930)

14º - Capitão Manoel Correia de Menezes (Nomeado pelo interventor de Pernambuco Carlos de Lima Cavalcante) (1930 a 1932)

15º - Alberto Soares (Deposto) (1932 a 1933)

16 - José Vitorino de Barros (Nomeado) (1934 a 1937) foi deposto

17º - Pelo Golpe de Estado de 1937, assumiu Francisco Correia, este passou o cargo para ao Interventor Luiz Soares Diniz (1937 a 1946)

18º - Audísio Rocha Sampaio em Substituição ao Interventor Luiz Soares Diniz (1946)

19º - Osmundo Idalino Bezerra (1947 a 1951)

20º - Raul Soares (1951 a 1955)

21º - Gumercino Filgueira Sampaio (1955 a 1959)

22º - Audísio Rocha Sampaio (1959 a 1963)

23º - Severino Alves de Sá (1963 a 1969)

24º - Cornélio Parente Muniz (1969 a 1973)

25º - Romão de Sá Sampaio (1973 a 1977)

26º - Cornélio Parente Muniz (1977 a 1982)

27º - Paulo Afonso Valença Sampaio (1982 a 1988)

28º - Cornélio Parente Muniz (1989 a 1992)

29º - Creusa Pereira do Nascimento (1993 a 1996)

30º - Paulo Afonso Valença Sampaio (1997 a 2000)

31º - Creusa Pereira do Nascimento (2001 a 2004)

32º - Creusa Pereira do Nascimento (2005 a 2008)

33º - Marcones Libório de Sá (2009 a 2012)

34º - Marcones Libório de Sá (2013 a 2016)

35º - Clebel de Souza Cordeiro (2017 a 2020)


Vereadores


  • Auremar Carvalho (Presidente)
  • Paizinha Patriota (1° Secretário)
  • André Cacau (2° Secretário)
  • Pedro de Cumpadre
  • Dr. George Arraes Sampaio
  • Zé Carlos
  • Eliane Alves
  • Antônio Pires
  • Ednaldo Barros
  • Augusto Matias
  • Veronaldo
  • Bruno Marreca
  • Professor Hercílio
  • Erivaldo Pereira
  • Flavinho


Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Salgueiro_(Pernambuco)
Vereadores
  • Paizinha Patriota

    Fone:

    ...

    veja mais...

  • Veronaldo

    Fone:

    ...

    veja mais...

  • Augusto Matias

    Nasceu em 12-10-1958

    Fone: 87-99723165

    O prefeito trouxe para apreciação dos vereadores o Projeto de Lei que trata da revisão da remuneração dos servidores públicos do município. No seu discurso o prefeito Marcones Sá, ...

    veja mais...

  • Ednaldo Barros

    Fone: 87- 88120779 / 99388456

    Ednaldo Barros Cruz, é filho de Espedito Alves da Cruz e Maria Elvira Barros da Cruz ambos falecidos, casado com a senhora Wanderléia Freitas Sá Barros, desta união tendo duas filh...

    veja mais...

  • Olavo Bruno Tenório Filgueira (Bruno Marreca)

    Nasceu em 10-03-1978

    Fone:

    Olavo Bruno Tenório Filgueira (Bruno Marreca), nasceu na Capital Pernambucana, Recife, no dia 10 de Março 1978. Filho de José Olávio da Cruz Filgueira e Severiene Tenório da C...

    veja mais...

  • Professor Hercílio

    Nasceu em 29-01-1957

    Fone: 87-88044000

    Minha História Eu, Hercílio de Alencar Carvalho, sou pai, engenheiro, advogado, empresário e professor. Essa é minha história de lutas e conquistas para o povo trabalhador: ...

    veja mais...

  • Auremar Carvalho

    Nasceu em 04-05-1962

    Fone: 87-88261564

    ...

    veja mais...

  • Pedro de Cumpadre

    Nasceu em 20-05-1951

    Fone: 87-99951093-99956465

    ...

    veja mais...

  • José Carlos

    Nasceu em 18-12-1974

    Fone: 87-88468553

    Jose Carlos de Carvalho Parente, nascido em 18/12/1974, em Salgueiro, filho de Josefa Torres de Carvalho Parente (Falecida) e Fernando da Cruz Parente, casado e pai de Vinicius e...

    veja mais...

  • Flávio Epaminondas de Lima Barros, “Flavinho”

    Nasceu em 25-02-1984

    Fone: 87-99249143

    Flávio Epaminondas de Lima Barros, "Flavinho", nasceu em 25 de fevereiro de 1984, na cidade de Salgueiro/PE.  É o filho mais novo do casal Antônio Epaminondas de...

    veja mais...

  • André Cacau

    Nasceu em 19-10-1981

    Fone: 87-88688948

    Biografia: Nasceu em Salgueiro em 19 de outubro de 1981, filho do casal Luiz Carlos de Souza (D.Cacau) e Raimunda Maria Neves de Souza. André Andre Cacau, passou sua infânci...

    veja mais...

  • Erivaldo Pedro Pereira

    Nasceu em 11/04/1969

    Fone:

            Iniciou os estudos na Escola Carlos Pena Filho e prosseguiu no Colégio D. Malan onde conclui o curso de Contabilidade. Mais tarde no af...

    veja mais...

  • Eliane Alves

    Fone:

        No esporte realizou a 1ª Conferencia Municipal de Esportes e cada inicio de ano publicou o Calendário Esportivo anual que envolvia as diversas modalidades esp...

    veja mais...

  • Antônio Pires de Sá

    Nasceu em 21/03/1959

    Fone:

    Antônio adotou a cidade de Salgueiro como seu refúgio, atualmente têm um Escritório na Cidade, onde atende toda a população e trata a todos com respeito e dignidade. Atualmente, ...

    veja mais...

Estatísticas
Visitas: 132105


Atendimento: Segunda a Sexta-feira das 7:30h às 13:30h | Praça Urbano Gomes de Sá, 14, Centro, Salgueiro - PE CEP: 56000-000
Copyright (c) 2018 - Câmara Municipal de Vereadores de Salgueiro - Todos os direitos reservados